Hoje nós fomos
tutti viajare! Acordamos bem cedinho, tomamos café da manhã e a Ana Letícia
veio encontrar com gente aqui na frente do hotel. Pegamos o carro e partimos
para Siena, na Toscana. Por mais que eu quisesse ficar acordada para ver a
paisagem e tudo mais, o caminho estava longo demais e eu capoteizão. Fizemos
uma parada pra manggiare e mijare e seguimos viagem.
Chegando em
Siena, demos umas boas voltas pra conseguir parar o carro e fomos a pé para o
centro da cidade. Andamos por centenas de ruinhas estreitas e poéticas, com
casas de tijolinhos e jardineiras floridas nas varandas. Paramos para almoçar
na praça onde todo ano acontece o Palio – e esse ano vai ser 1 semana depois da
gente ir embora! CAZZO! –, que é uma corrida de cavalo fodona. Eles colocam
areia ao redor da praça, fazendo uma pista de corrida e as pessoas assistem do
meio da praça (o que deve ser o equivalente ao Tobogã do Pacaembu, em termos
brasileiros de qualidade de visão e de preço) ou das arquibancadas ao redor da
pista (que devem ser o CAMARÓTTE!). Depois do almoço, fomos numa gelatteria ali
do lado que tinha umas janelas poéticas e muitos sorvetes gostosos.
Enquanto eu
tomava meu gelato linda e bela na janela da Toscana com mi amica, o cartão de
crédito do meu pai estava sendo engolido pelo caixa eletrônico e fodendo o
rolê. Mais pela tromba que meu pai amarrou depois do ocorrido do que pelos
problemas que isso causou em si. Ele tentou ligar pro Banco do Brasil, mas
ninguém resolveu niente e aí ele ficou NAQUELE mau-humor o resto do dia. Mas
nada que nos impedisse de seguir a caminhada pelas ruas encantadoras, de
comprar chaveirinhos, camisetas e cartões postais nas lojinhas de souvenirs e
de passar vontade nas vitrines das lojas de bolsas de couro carésimas.
No final da
tarde, chegamos numa praça enorme com uma igreja enorme, com um cara pequeno
tocando músicas lindas num acordeão, que tinha um som tão maravilhoso que eu
achei que viesse de um órgão dentro da igreja. Ficamos fazendo uma hora na
escadaria da igreja, sob o sol da Toscana e depois começamos o caminho de volta
para o carro – que demorou mais uma boa hora.
Entramos em
nostro Volvo (onde eu fui bem espremida, no meio do banco de trás) e pegamos a
estrada de volta a Roma. No caminho,
vimos um monte de arco-íris. Sério. Tudo aqui é tão lindo o tempo todo que as
coisas lindas acabam sendo ofuscadas pelas lindezas das outras coisas. Viemos
conversando sobre línguas, sobre como todos já estamos com um pouco de SOTÁQUE
ITALIÁÁNOOO! e aprendendo com a Analê umas palavras em norueguês. Chegamos em
Roma às 21h30, deixamos a Le no hotel dela e fomos jantar na rua do lado.
Comemos massa, falando sobre as manifestações, a política e os problemas do
Brasil – sobre os quais estamos meio desatualizados na verdade, porque ninguém
está parando para ler direito na internet – enquanto passava na TV do
restaurante o jogo do Brasil contra o Uruguai. AI, FIFA, COMO TU É.
Agora voltamos para o hotel e a povo já tá tutti
dormindo aqui. Já já io vou também. Bacio a tutti! Ciao!
Marina, aguardo relato mais detalhado do quão bonitos os homens daí são, tipo pra combinar com a paisagem ahuahauha
ResponderExcluirNada de muito importante ou revolucionário aconteceu, por enquanto...
Bjo!
Hahahahaha! São morenos, com olhos claros e meio narigudos. Bem do jeito que eu gosto! :D
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